O Telescópio Espacial James Webb descobriu a morada de Deus?

Segundo cientistas da NASA, o Telescópio Espacial James Webb, não descobriu Deus. A função do James Webb é observar o universo, estudar a sua evolução e as suas estruturas, fornecendo evidências científicas para entender como o universo se formou e evoluiu. A interpretação destas descobertas, no entanto, pode levar a reflexões de natureza filosófica e religiosa, como o Vaticano fez ao declarar que as imagens revelam o poder extraordinário de Deus. Desta forma, que fique bem claro que a ciencia não pactua com a religião.

Nesta senda, argumenta-se que o Telescópio Webb da NASA confirma crença cristã: o universo teve um começo. O Telescópio Espacial James Webb da Administração Nacional de Aeronáutica e Espaço (NASA) confirmou evidências de uma antiga crença cristã: o universo teve um começo absoluto.

O livro de Urântia narra a complexa história do nosso mundo, a quem ordens celestiais denomina-no de Urântia, apenas um entre muitos planetas similares habitados, que compreendem o universo local de Nébadon. Este universo, juntamente com criações semelhantes, segundo o livro de Urântia, constitui o superuniverso de Orvônton.

Orvônton é um dos sete superuniversos evolucionários do tempo e do espaço, que circundam a criação de perfeição divina, sem princípio nem fim; o universo central de Havona. No coração desse universo central e eterno está a Ilha do Paraíso, centro geográfico estacionário da infinitude e morada do Deus eterno, isto é, na visão humana, a entidade incriada e eterna; Deus incriado, também conhecido por Deidade. Aqui se chama atenção para o facto de não estarmos a mencionar o Deus bíblico.

Por grande universo designa-se, em geral, os sete super universos em evolução, em conjunto com o universo central e divino; e estas são as criações organizadas e habitadas até o presente. Elas são, todas, uma parte do universo-mestre, que abrange também os universos do espaço exterior, não habitados, mas em mobilização.

Em resumo, o criador, em tempo indefinido, emanou de si proprio a vontade de se manifestar, tendo assim iniciado a criação que infindavelmente não termina pelo cosmos.

O que o Telescópio Espacial James Webb descobriu é o que a Deidade, a partir de si, manifestou como vontade própria, dando o inicio a sua criação.

Inicialmente, a Deidade incriada, e que responde pela causa de tudo, criou sete Mónadas, com poder de recriação. Mónadas são substâncias simples activas e indivisíveis, o Eu Sou. As Mónadas extenções da Deidade são atemporais, fora da nossa dimensão física.

Elas vibram com elevadíssima intencidade frequencial. A título de exemplo, um corpo físico como o nosso, em contacto com essa energia, sublimaria impiedosamente, dada a nossa baixa frequência vibracional.

A partir das sete mónadas, elas se fractalizaram, com propriedades repetitivas, tendo gerado doze pedaços similares, a caminho da materialização, ou seja de criação da matéri incluindo nós seres humanos dotados de corpo.

A Deidade cria Mónadas constantemente com o único objectivo: Produzir informação. A Deidade assim o faz, para entender o que ela é. Isto é, experienciar a sua própria realidade que é o amor, sua expressão sublime. (O poder da criação está no amor).

Uma das Mónadas criadas pela Deidade e decidiu criar o próprio universo local, foi o nosso demiurgo chamado Jeova, Deus bíblico, Prachapati, Kahova, Alá, Pangu, etc. Esta entidade plurinominal, bem como outras seis, recebeu da Deidade o poder de criação, ao receber a energia do sagrado para criar o nosso universo.

Embora outros Demiúrgos o tivessem aconselhado a não criar o nosso universo local sem mais contributos, os ignorou e cometeu erros graves, o que lhe obrigou a cair para dentro da sua própria crição com o intuito de salvar a sua obra. Assim, o Demiúrgo cometeu erros no manuseamento inadequado e acidental da matéria-prima de crição do universo:

  • espiritualidade consciente em processo de aperfeicriçoamento (centelha divina, mente, corpo, ajustador do pensamento),
  • elementos formados em estrelas (pó estelar-hidrogénio, oxigénio, carbono, nitrogénio, códigos de AND, moléculas da vida),
  • inocência,
  • curiosidade,
  • esperança, e
  • capacidade de amar e se transformar.

Tal como reza a mitologia chinesa, Pangu emergiu de um ovo cósmico e ficou entre o yin e o yang, as duas forças opostas no universo. Então ele separou o yin e o yang para criar a Terra e o céu, e usou seu corpo para criar as montanhas e os rios.

Ao cair dentro da sua criação, improvisou o universo antimaterial, para a partir dele corrigir o universo meteriel, incluindo o nosso planeta azul, não tendo conseguido lograr isso com perfeição. Cansado, descansou no sétimo dia, tal como a Gênesis tenta estilizar, mas já tinha cometido os erros, tais sejam aqueles que enfermam a natureza humana e não humana. O ódio, a ráiva, a cobiça e a inveja, a podridão, a vingança, as doenças, a predadoria, etc.

O universo local de Nébadon foi criado por um Filho Criador da Ordem dos Michaéis, como parte de um processo de organização e expansão do universo. A criação envolveu a construção de Salvington (a capital do universo local de Nebadom) e outras esferas-sede do universo. Acredita-se que este processo de criação ocorreu há cerca de 25 biliões de anos, muito antes de ter-se transformado em matéria, no rol dos 21 universos concebidos.

É descrito como um mundo altamente desenvolvido tanto espiritual quanto intelectualmente.

É o destino final dos seres ascendentes (como humanos) dentro do universo local, antes de passarem para níveis superiores de existência em universos maiores. Possui diversas esferas satélites que funcionam como centros de educação e progresso espiritual. Afina, a Deiade necessita de infomação de qualidade.

Nossos espíritos são eternos! Através dos nossos espíritos viemos em última instancia da Deidade; somos um pedaço dela, a chamada sentelha divina, (o espírito) para virmos experienciar a materialidade e da experiencia acumulada, devolvermo-la à Deidade que é ela, e ela, somos nós; portadores da informação. Por conseguinte, também cada um de nós é Deus, a Deidade. E por isso temos o poder de criação.

Saia da matrix religiosa e compreenda, titubeante, quem somos nós e o que é Deus verdadeiro.

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