Antes de reflectirmos sobre esta temática para melhor a compreendermos, é necessário que procuremos entender como é que qualquer controlador da mente alheia age.
Em primeiro lugar, o controlador tenta modificar o comportamento da sua vítima.
Em poucas palavras, trata-se de estabelecer uma correspondência entre recompensas ou castigos pelas acções feitas <http://www.cacp.org.br/> (por parte da pessoa que é alvo do controlo mental). Qualquer pessoa já foi vítima deste tipo de situação durante a infância.
Tirar um privilégio é normalmente uma maneira segura para persuadir uma criança a modificar seu comportamento, isso quando a criança é suficientemente crescida para entender o processo.
Elogiar uma criança por ter tido bom comportamento é uma outra maneira de modificar a conduta da criança, sobretudo quando ela é ansiosa.
Estas técnicas de modificação do comportamento são usadas de uma maneira gentil, isto é, com carinho e com vantagem para a criança que modifica seu comportamento sem causar rancor. Todavia, se estas técnicas são usadas com maldade será um prejuízo para o estado psíquico da criança e as suas” emoções. Um exemplo é a (síndrome da criança maltratada <www.bibliomed.com.br/book/>;<www.cacp.org.br/>)No geral, para que haja controlo mental de alguém, é necessário coagir ou elogiar essa pessoa.
O que está por trás da atitude do controlador da mente alheia? Está o poder. O controlador ou os controladores pretendem exercer o poder sobre os outros.
O pai pretende exercer o poder sobre sua família. O padre pretende exercer o seu poder espiritual sobre seus fieis. As elites político-partidárias pretendem exercer seu poder sobre seu eleitorado. O professor pretende exercer seu poder intelectual sobre o aluno. O patrão pretende exercer o poder sobre seu empregado. O Estado pretende exercer seu poder sobre seus cidadãos. As organizações secretas ou herméticas pretendem exercer seu poder subtil sobre seus seguidores.
De acordo com (Helsig, Jan Van. 1998), o que acontece em grande escala é idêntico ao que acontece em pequena escala (…). Também aqui se trata de controle e poder.
Os (Illuminati; <http://www.espada.eti.br/fagan.asp>) querem controlar nosso planeta (…) e a criança, seu cão. (Revelações do século xx; As Sociedades Secretas e seu poder no século xx: Ewertverlag.). O panorama que retracta o facto de cada controlador procurar “exercer seu poder” é propício para o controlo mental do indivíduo que esteja inserido nestes campos de controlo. Desta feita, o controlo mental da sociedade é todo um conjunto de acções persuasivas, coercivas ou de estímulo levadas a cabo pelos controladores, para mudar o comportamento dos indivíduos, com vista a privação da sua verdadeira liberdade, no e em colectivo na sociedade.
O controlo mental serve para manter os indivíduos encurralados dentro da matrix (caixa), não lhes dando margem para acção contra o poder dos controladores.
Os controladores mentais da sociedade pretendem permanentemente o poder. Porque razão? Todos os detentores do poder consciente ou inconscientemente sabem o seguinte: “A massa não é o povo, uma sociedade; é uma multidão de passantes(…)(Virilio, Paul.1997:19-23).
É da multidão que surge a massa. Também é da multidão que em certas circunstâncias se forma não só a massa bem como o público racional e consciente. É a multidão que mete medo. Assim sendo, a multidão é perigosa para os detentores do poder dadas as suas características singulares.
Para Peul Virilio a multidão é “como o bando inorgânico de animais selvagens, (…) trás em si uma ameaça, uma carga de mistério e de ferocidade (Idem:23). É isto que aterroriza os detentores do poder, para sempre se valerem dos meios de repressão violenta e implacável.
Importa referir que o processo de evolução cerebral do ser humano ao longo de milénios, observou três fases cruciais de transformações cumulativas e qualitativas; nomeadamente a reptiliana, a de manada e a racional.
As três fases correspondem sequenciadamente aos três modelos grupais humanos que podem se formar em conformidade com as circunstancias; multidão, manada (ou massa) e público.
Com efeito, as características mais genéricas da multidão são as seguintes:
- Falta de organização, não possuindo um conjunto de normas.
- Anonimato, não importando quem faz parte dela.
- Objectivos comuns, sendo os interesses, as emoções, e os actos do mesmo sentido.
- Não diferenciação, pois todos são iguais perante a multidão, não havendo espaço para manifestar as diferenças individuais.
- Proximidade física, já que os componentes da multidão ficam em contacto directo e temporário uns dos outros, <www.professorrenato.com/> trocam cheiros hormonais (o que estimula comportamentos irrascíveis).
O que diferencia a multidão das massas é o facto destas serem formadas por indivíduos que recebem opiniões formadas através dos meios de comunicação de massa (Idem.). As massas comportam-se como manada. Seguem a onda da moda. As massas geralmente são pacíficas, mas susceptíveis de serem manipuladas e controladas.
Quanto ao publico, este é um agrupamento de indivíduos que seguem os mesmos estímulos. Não se baseia no contacto físico, mas na comunicação recebida através dos diversos meios de comunicação (Idem.). O público é racional e por isso opina e é dialogante.
Porque é que o controlo mental da sociedade é possível? É em certa medida por causa da capacidade de manipulação que os controladores da sociedade exerssem sobre as três formas de manifestacão dos agrupamentos humanos acima mencionados.
O controlo mental serve para obter o poder, manter o poder e dominar os seres humanos.
Como é que isto está acontecendo e uma boa parte das sociedades humanas não se apercebe da gravidade do problema? Isto acontece por causa de um inimigo que eternamente está no fundo do nosso cérebro; o “medo”.
Por causa do medo é possível o controlo mental das sociedades. Por seu turno, os controladores mentais da sociedade descobriram que é possível convencer o povo de praticamente qualquer coisa usando inúmeros métodos, sendo o mais apropriado, a manipulação da opinião pública, na qual o ingrediente imprescindível é o de expor situações que impinjam medo, ou seja, intimidam ou estimulam aos membros das sociedades humanas perante um propósito.
Reside aqui o maior erro dos detentores do poder. Não é manipulando e coagindo pessoas. É procurando perceber as profundezas dos seus espíritos. A ressonância que vem de lá é: “Liberdade e mais liberdade”.
Não se deve ter medo da liberdade do outro. Só a tememos quando nossos propósitos sobre o outro são malévolos. Sem queremos ilibar os controladores da mente humana, os arcontes são os verdadeiros mentores dos controladores mentais da sociedade. Estes fazem parte de uma hierarquia que se ergue e desaparece nos confins do cosmos onde habitam falanges perversa de mesma egrégora.
O que os humanos devem saber é que o nosso mundo jaze no malígno. Sabendo isto, deverão perceber que têm o dever e o poder de se libertarem desta prisão e controlo exercido pelos controladores.
Cada ser humano deve saber dizer: Eu sou eu e mais niguem e provim de uma fonte eterna e sublime donde todos nós viemos, para experienciarmos os ensinamentos que o nosso planeta neste lapso de tempo nos proporciona, através dos nossos espíritos imortais, susceptíveis de evoluirem, em direcção a fonte primeva infinita e criadora.






