O Dicionário de Filosofia-Martins Fontes (1998), refere que os mitos são parte importante no processo de construção de identidades, nessa percepção, uma produção social.
Segundo Dunduro, A. e Gonzaga, D. entre as populações dos Montes Namúli os mitos estão presentes nas narrativas sobre a sua origem. Trata-se de uma referência indispensável no processo de compreensão das suas vivências.
Esta referenciação aos mitos é um facto de grande importância na construção da identidade das comunidades Lomwé, quando elas sustentam os argumentos sobre suas origens, sobre o mundo, a humanidade em fim, sobre a vida. É nessa configuração socio-antropológica que os Montes Namuli representam para as comunidades que habitam em seu redor, o princípio da vida. “Os montes Namúli pariram a humanidade”.
“…os Montes Namúli constituem o local onde a alma, os espíritos dos ancestrais descansam suavemente, pois é para lá onde todos os povos que ali nasceram, retornam”.
Alguns estudiosos defendem que os macuas chegaram à região onde hoje vivem, vindos na onda das inúmeras migrações dos povos bantu, por volta do século XI. Mas os próprios macuas não são desse parecer. Eles acreditam que foi Deus, (ou seja Kahova; lembre-se do nome Jeová, yavé etc.) que os criou. Hoje, o termo popularizado entre eles é Muluku.
Em conformidade com os alomwe, “…um dia, nas entranhas do monte Namúli, Deus fez germinar homens a partir das raízes de um embondeiro. Reunidos em pequenos grupos e seguidos por animais da floresta, os primeiros macuas (alomwe) conseguiram sair desse reino de trevas e chegar à luz. Uma vez à superfície, cada grupo recebeu um nome, capaz de unir os seus membros e torná-los irmãos uns dos outros. Foi assim que se formaram os clãs (linhagens) que ocupam hoje o território macua.
Um dia apareceu a morte e com ela, a necessidade do casamento, para gerar filhos que ocupassem o lugar dos mortos de cada grupo. Mas como poderia ser, se todos eram irmãos? Os anciãos reuniram-se então e tomaram uma decisão: o homem, quando casa, passa a viver com a família da esposa, mas não tem nenhuma autoridade sobre os seus filhos. Só sobre os filhos da sua irmã. Essa comunidade multiplicou-se rapidamente, tornou-se um grande grupo que não cabia no cimo dos montes Namúli. Por isso abandonaram-na e vieram para a planície. Mas nunca esqueceram as suas origens e ouve-se frequentemente a frase: Miyo kókhuma o Namúli (fui gerado no monte Namúli).(Dunduro, A. e Gonzaga, D).
Segundo Dunduro, A. e Gonzaga, D., entre as várias narrativas recolhidas, pode-se mencionar a seguinte: “
“Há dois montes em Moçambique de destacada importância para as nossas populações. Trata-se dos Montes Binga, na província de Manica e os Montes Namúli aqui na província da Zambézia. Aquele, o maior, o Monte Binga é a mãe das gentes da zona Centro e um pouco mais para o Sul de Moçambique. E este, o Namúli, “pariu” as gentes da parte Norte de Moçambique”.
De qualquer das formas, hipoteticamente, no Namuli ou no Monte Bingo e noutros pontos da África Oriental e Austral encontramos um pequeno exemplo de criação da raça humana por Deus, “Kahova ou Muluku”, como resultado de um projecto global, ou seja, um projecto planetário. Posteriormente, teriam sido exportados os protótipos humanoides, para várias regiões do planeta Terra como resultado da empreitada de manipulações genéticas para fins inconfessaveis.
No mesmo diapasão, é de antever que em todo o planeta, uma civilização do espaço sideral interveio neste canto da galaxia Via Láctea com o intuito de criar o actual homem à sua imagem e semelhança, valendo-se das manipulações genéticas sobre um protótipo humanoide primitivo, para algum fim.
Supostamente, para alguns pesquizadores da mitologia suméria, tudo teria começado da seguinte maneira:
Os antigos Anunnaki foram (ainda são?) uma civilização extraterrestre estremamente avançada, de um planeta evasivo no nosso sistema solar.
Estes seres misteriosos vieram à Terra há mais de 400.000 anos atrás e deram o ponta-pé inicial na civilização humana.
Mas o que são ou foram os Anunnaki? Serão eles meras invenções mitológicas de pessoas que viveram há milhares de anos? Ou é possível que existam evidências para apoiar que eles, de facto, existiram na Terra?
Tal como se disse acima a propósito, o ser humano gravita à volta da mitologia, para dar sentido à sua existência. No Namuli, dos mitos ancestrais, hoje permanecem naquelas paragens do norte de Moçambique os Alomwe, que perpetuam suas crenças dentro de sí próprios, preservando eventualmente uma realidade mítica milenar.
Curiosamente, se olharmos para as inúmeras descobertas que foram feitas no último par de décadas, vamos entender que a história como a conhecemos é completamente diferente da realidade.
Na verdade, inúmeras descobertas arqueológicas e históricas foram feitas, mas que contradizem firmemente e desafiam os estudiosos tradicionais, bem como seus pontos de vista sobre as origens do homem e da nossa história.
Em 1976, Sitchin publicou suas traduções dos textos Sumérios em uma série de livros chamados “As Crónicas da Terra.”
De acordo com Sitchin, as placas de argila deixadas pelos Sumérios descrevem uma raça extraterrestre conhecida como os Anunnaki, que veio à Terra para minerar ouro.
Sitchin praticamente sugere que extraterrestres visitaram a Terra no passado porque o seu planeta-mãe precisava de ouro para sobreviver.
Também conhecido como Ouro Monoatômico, [o ORMUS (Orbitally Rearranged Monoatomic Elements, isto é, Elementos Monoatômicos com Órbitas Rearranjadas), ou ainda materiais em estado-m. Explicando a grosso modo, são todos os minerais (inclusive o ouro) em estado de nano partículas. O ORMUS é extraído da água do mar através de um processo de decantação específico, onde a água e o sódio excessivo são retirados ficando os preciosos minerais em estado plasmático.
O ORMUS pode ser considerado um super suplemento mineral pois contém todos os minerais necessários para o perfeito funcionamento dos seres vivos. Afinal a vida começou no mar.
Os benefícios do ORMUS são os seguintes:
- O aumento da consciência espiritual e fenômenos psíquicos.
- Ativa a Kundalini dentro do corpo.
- Manifesta intuição.
- Auxilia o desenvolvimento espiritual.
- Produção de neurotransmissores.
- Aumento da lucidez nos sonhos.
- Aumento da sincronicidade na vida.
- Clareia o foco mental.
- Aumento da taxa metabólica.
- Activa rejuvenescimento celular.
- Desperta certos códigos do DNA].
Em especial, os Anunaki vieram explorar o ouro para o processar e na forma de nanopatículas o espalharem na atmosfera do seu planeta que estava a sofrer de degradação similar ao efeito estufa.
Mas se os antigos Anunnaki existissem, não haveria provas do seu legado na Terra?
Bem, uma antiga cidade descoberta em África pode vir a ser o elo que faltava em relação aos Anunnaki.
Não se trata somente dessa cidade, mas de tantas outras bases espalhadas pelo planeta, incluindo bases subterrâneas, que segundo a mitologia lomwé; as cavernas onde Deus criou o homen através das raízes do embondeiro, (…) tanto no Namuli, assim como no monte Binga).
Localizada cerca de 150 km a Oeste do porto de Maputo, (distância aproximada de 1.700 Km do Namuli), o pesquisador e autor sul africano Michael Tellinger encontrou os restos de uma grande metrópole cujas medidas, de acordo com pesquisas iniciais atingem uns 1.500 Km².
Esta metrópole antiga é, segundo muitos, parte de um complexo ainda maior, que abrange uma área de 10.000 Km², mas o detalhe mais fascinante sobre a Cidade é a sua idade. Acredita-se que tenha entre 160.000 e 200.000 anos de idade.
Em conformidade com Michael Tellinger, as fotografias, artefactos e provas por ele e seus coadjuvantes acumularam, apontam para uma civilização perdida da qual nunca antes houve provas e que precede todas as outras, não por cem anos, ou alguns milhares de anos (…) mas muitos milhares de anos.
Tellinger entende que curiosamente, perto dessas metrópoles a presença de minas de ouro antigas indica a existência de uma civilização avançada que foi capaz de extrair ouro, em 200.000 A.C., para um fim misterioso.
Para Tellinger, cerca de 250.000 anos atrás, de acordo com Sitchin, os antigos Anunnaki fundiram seus genes extraterrestres com os do Homo Erectus e criaram uma espécie conhecida como Homo Sapiens, obtendo como resultado, uma espécie modificada geneticamente.
De acordo com a mitologia suméria, o Deus Enki, com vista a resolver as greves e rebeliões levadas a cabo por trabalhadores Anunakis provenientes de Nibiru, junto da sua irma Ninurshaki, decidiram criar um trabalhador escravo para minerar ouro da região Sul de África, Abzú, em substituição dos Igigi, trabalhadores vindos de Nibiru.
Desde o ponto de vista esotérico, os ingleses e holandeses começaram a explorar o ouro na África do Sul, do que sobrou da mineração milenar dos Igigi provenientes de Nibiri. As sociedades herméticas da Europa eventualmente teriam alguma informação acultista que transpos milhares de anos.
Curiosamente, o Acordo de Inkomati entre Moçambique e África do Sul na década de oitenta ocorreu porque o regime do Apartheid tinha a plena convição da existência de túneis e buracos que cruzam o subsolo da África do Sul, que numa situação de Guerra aberta com Samora Machel, os seus misseis de médio alcance, perigariam a subrevivência das cidades sul africanas que desabariam para o fundo do subsolo e eventualmente isso interferiria na vida das civilizações subterrâneas supostamente ali existentes em conexão com civilizações subterrâneas da Antârctida.
Tellinger refere que um novo estudo científico revolucionário sugere que um único casal gerou o resto dos humanos modernos, há cerca de 200.000 anos. Com o estudo descobriu-se que todos os seres humanos descendem de um único casal e que 9 de 10 espécies de animais também descendem de um casal específico, em conformidade com novo estudo publicado por cientistas da Universidade de Basel (Basileia, Suíça) e da Universidade Rockefeller (NY, EUA).
Segundo os especialistas, todos os humanos modernos são relacionados e descendem de um par único que viveu entre 100.000 e 200.000 anos atrás.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas examinaram os “códigos de barras” genéticos de 5 milhões de animais, incluindo humanos, de 100 mil espécies diferentes e concluíram que descendíamos de um único par de adultos.
Parece aqui haver algum paralelismo com o que atrás se disse sobre a mitologia Lomwé, se não vejamos:
(Um dia, nas entranhas do monte Namúli, (onde eventualmente vivia o Homo Herectus?) Deus fez germinar homens a partir das raízes de um embondeiro. As raizes teriam sido o segmento de um protótipo huminídeo geneticamente manipulável para miscigená-lo com o ADN dos Anunaki de Nibiru? “Reunidos em pequenos grupos e seguidos por animais da floresta, os primeiros macuas (alomwe) conseguiram sair desse reino de trevas e chegar à luz. Uma vez à superfície, cada grupo recebeu um nome, capaz de unir os seus membros e torná-los irmãos uns dos outros. Foi assim que se formaram os clãs que ocupam hoje o território macua” (lomwé-makua).
No entanto, os seres humanos eram uma espécie híbrida e não podiam procriar.
Aventa-se a possibilidade da necessidade de seres humanos como trabalhadores na mineração ter crescido, o que levou os antigos Anunnaki mais uma vez manipularem a humanidade para que pudesse reproduzir-se sozinha.
Com certeza, havia a necessidade de se fazer outra manipulação genética, dado o imperativo de se diferenciar e melhorar a base genética dos seres humanos. Não fazia sentido que o mesmo grupo linhageiro, trocasse o mesmo material genético, sob pena dos descendentes nascerem defeituosos ou continuassem a ser inférteis.
No Namuli, a experiência deve ter resutado muito bem, segundo o depoimento que retranscrevemos:
“Um dia apareceu a morte e com ela, a necessidade do casamento, para gerar filhos que ocupassem o lugar dos mortos de cada grupo. Mas como poderia ser, se todos eram irmãos?
Hipoteticamente, aos Anunaki lhes interessava, no Namuli, aperfeiçoar a nova espécia que teria derivado dos rearranjos genéticos do homo herectus.
Os anciãos, (os Anunaki, ou outra espécie alienígena? Ou então, os humanos iniciados pelos Anunaki e sob orientação destes?) se reuniram então e tomaram uma decisão: o homem, quando casa, passa a viver com a família da esposa, mas não tem nenhuma autoridade sobre os seus filhos. Só sobre os filhos da sua irmã.
Logicamente, que certeza haveria realmente quanto a paternidade do homem, pai da criança que nascesse, senão a certeza que o tio e todos os membro do grupo tinham, de que a irmã legítima deste tio é a mãe do novo membro da linhagem recem nascido?
Este aprimoramento genético não só recaiu sobre o homo Herectus, mas também sobre o homo sapiens, tendo aberto espaço para o surgimento do homo sápien-sápiens.
Essa comunidade multiplicou-se rapidamente, tornou-se um grande grupo que não cabia no cimo dos montes Namúli. Isto terá provocado a diáspora lomwé.
Com efeito, a qualidade do material genético trocado entre o povo do Namuli com base nas novas regras estipuladas pelos anciãos, favoreceu o aumento rápido e crescente dos Alomwe. Não é por acaso que o actual grupo étnico dos alomwe com todas as suas variantes macua, metho, chuabo, nahara, koti, etc., seja a mais numerosa de Moçambique.
Nos parece que Namuli podia ter sido uma das bases dos Anunaki na África Austral; cerca de 350.000 a 400.000 anos, para a realização de experimentos bio-genéticos, não se descartando a possibilidade de outras civilizações alienígenas de outros quadrantes do cosmos, terem desenvolvido trabalhos genéticos em épocas mais remotas, talvez de 60 milhões, 2.800.000 à 2.300.000 anos atrás, período ainda mais antigo, antes da intervenção dos Anunaki.
Hipoteticamente, essas longinquas civilizações siderais teriam feito manipulações genétias sobre protótipos huminídeos; inicialmente sobre um símio que resultou em um novo hominídeo denominado Australopithecus.
Tais intervenções genéticas teriam continuado para depois resultarem em um novo hominídeo designado Homo Hábilis que evoluiria, ainda sob manipulação genética, para um novo protótipo chamado Homo Herectus.
Chegou a véz dos Anunaki para, das cavernas do Namuli manipularem o Homo Herectus que resultaria no Homo Sapiens, cerca de 100.000 a 200.000 anos.
Tudo indica que a saga não terminou. No presente, as abduções aliens sobre os humanos, podem estar dentro desta estratégia milenar, daquilo que se chamaria Projecto Terra.
Temos o vaticínio de que chegou a altura de, cilenciosamente, ser estinto o protótipo homo sapiens-sápies, para a criação de uma nova espécie humanoide. Sabe-se lá, um homo robóticus, que na melhor das hipóteses irá cohabitar com o homo sapien-sapiens, até que se inicie em pleno a vigência do homorobóticos ao adquirir quálias, isto é, por outra palavras, quando ele atingir a singularidade que lhe permitirá adquirir o espírito para sentir o amor, a empatia, o ódio, inclusive sentir o aroma e o sabor da manga.
No passado coube aos Anunaki ensinar à nova espécie sápiens, o aperfeisoamento das técnicas de produção de fogo, também ocorrida durante a vigencia do homo-herectus, de melhoramento dos artefactos de produção e defesa e utensílios artesanais.
Hoje em dia, timidamente, os utensílios em voga compreendem o Computador, a Inteligência Artificial, o James Web, a Neuralink, as viagens interdimencionIs, o teletransporte etc.





