A propósito do controlo mental da Sociedade-Como é que os detentores do poder mantêm o poder?

O mantêm através do medo. Eles sabem que o vector principal que manipula as emoções primitivas (que têm origem no cérebro réptil) é o medo.

As emoções básicas que nos comandam como o amor, o ódio, incluindo o medo, a luxúria, a avareza e tantos outros pecados, podem ser manipuladas através do medo. Fica bem claro que quem quer exercer o poder sobre seu semelhante, (pela negativa “coagindo/punindo/proibindo com severidade” ou pela positiva “estimulando/premiando/elogiando”) basta agir no sentido de impingir medo na sua vítima, no sentido de obrigá-la a agir em oposição à intimação ou à ordem pela negativa ou pela positiva.

O ser humano tem medo de morrer, de perder a pessoa amada, de perder a sua riqueza, de perder a liberdade, também de perder o poder, de ser ridicularizado e marginalizado de suas redes sociais etc.

No concernente ao controlo mental da sociedade, este é efectivo se as mentes das pessoas (com medo) estiverem condicionadas a actuar dentro dos padrões pré-estabelecidos, tais como viver em família, casar, ver futebol, ver novelas, ir votar, ir a igreja para rezar, admirar e respeitar o chefe (seja ele bom ou mão), respeitar os tabus, consultar o curandeiro para escutar os aconselhamentos dos espíritos do além, ser como outros são. Aqui, o princípio é, “queira ou não, faça como os outros fazem” bem como os que detêm o poder mandam fazer. E mais ainda, repita mecanicamente e sem questionamentos críticos, os slogans dos que detêm o poder, pois assim você se identifica com suas ideias e eventualmente você terá recompensa pela sua atitude. A grande recompensa é você ser aceite socialmente e pelo sistema.

Quando nos submetemos aos padrões estabelecidos, significa que nós estamos entregando nossas mentes e os meios pelos quais nós somos condicionados para fazer isso.

Existem pessoas que estão na hierarquia controladora. São pessoas envolvidas no controlo e que estão expressando o seu próprio estado de ser. Eles também estão reflectindo de volta para nós a própria mente colectiva humana e os resultados de nossa própria falta de responsabilidade e integridade pessoal <http://www.umanovaera.com/> 

O que é interessante, é o facto de muitos dos controladores mentais da sociedade, não terem a consciência de que são controladores e por isso fazem mal às suas vitimas. Pelo contrário, se sentem privilegiados pelo facto de exercerem o poder de controlo sobre os outros e se sentem com o dever de assim o fazerem como se de bom estivessem a fazer. Daí que eles acham que não merecem estar fora do poder.

Eles vivem e respiram o poder. O poder é como se fosse seu sangue e seu AND. É como se o poder fosse água, assim como a água é vital para o peixe.

Quando estão em perigo de perderem o poder, adoptam todas as estratégias possíveis, com vista a sobreviverem, mesmo que tenham de hibernar, para que em momentos de bonança, resurjam da lama, assim como a fenix que resurge das cinzas com mais vigor e mais poder. Não claudicam do poder.

Em conformidade com o tipo de sociedade em que vivemos, os padrões de vida serão estabelecidos de acordo com o que é tido como sendo normal e aceitável. Referimo-nos à moral que é todo um conjunto de valores socialmente aceites.

Na realidade, nossa liberdade é colocada numa situação de restrição rigorosa por parte dos controladores sob pretexto de preservar a moral e a ordem social.

Tornámo-nos escravos dos padrões que a sociedade nos impõe. (Melhor dizendo, padrões que os detentores do poder e que se fazem de timoneiros da sociedade, nos impõem). É aqui que os que detém o poder tem margem de manobra para entrar em acção com medo de perderem o poder que julgam lhes ser legítimo. E é neste quadro que as pessoas agem sem distinguir o bem do mal. De que maneira?

As pessoas entregam suas liberdades aos detentores do poder, porque elas foram programadas através de vários mecanismos tais como o processo de socialização, o processo de politização, o processo de doutrinação escolar ou religiosa etc. É por isso que as religiões são aliados promíscuos dos sistemas políticos.

Quando isto sai do controlo, ocorrem revoluções sociais, que fazem surgir e consolidam novas elites.

As massas não suportam viver sem hierarquias sociais munidas de ideologias ou crenças que por nada que não seja útil, elas largam. As massas comportam-se como crianças que necessitam permanentemente de um tutor munido de manuais de instruão. Esta é a característica que está nos genes da espécie humana, desde que ela foi criada para cumprir ordes dos deuses criadores, em substituição dos Igigi, trabalhadores Anunaks na Terra, a aproximadamente 200 à 300 mil anos, em conformidade com o conhecimento esotérico.

Os processos de programação permitem o controlo mental dos indivíduos, levando-os a agir como seus programadores e controladores querem que se comportem. A ideia dos controladores sobre seus controlados é: “não faças as coisas de acordo com a tua sabedoria, faça como nós queremos que tu faças, pois, a sabedoria nós a temos, pois nós os líderes moldamos a sociedade”.

Chega-se a tal extremo que os indivíduos sob controlo perdem o senso crítico, chegando a optar por comportamentos absurdos, na convicção de que é certo tudo o que lhes foi dito que é certo, quanto mais o que é certo está protegido pela estrutura temporal e de longa duração. (Isto é, as pessoas dizem: sempre foi assim.…).

A estrutura social faz da sociedade escrava e prisioneira das práticas sociais sistematizadas ao longo dos tempos. O indivíduo que se furtar destas práticas é susceptível de rejeição social, por mais que ele esteja correcto de sua visão das coisas e sua atitude perante o mundo que lhe circunda.

De acordo com Rui Fragassi, baseado no livro “Eu Sou Eu, Eu Sou Livre”, não ficamos com medo pelo que os presidentes, primeiros-ministros, banqueiros globais pensam a nosso respeito, é a reacção dos nossos amigos, família e colegas de trabalho, cientistas, que nos preocupa e nos amedronta para nos conformarmos. A reacção dos outros escravos! A força policial mental, emocional e espiritual, que controla as massas, é formada pelas (…) massas. É como ter uma cela cheia de prisioneiros e quando um dos prisioneiros encontra um meio de escapar, todos os outros prisioneiros correm para bloquear a saída <http://www.umanovaera.com/>.

Trata-se realmente do policiamento de massas. Num passado não muito distante, em Moçambique, os meninos, os pais, os amigos, os titios, o camarada, tinham em mente e frequentemente a imagem do Xiconhoca, um personagem criado pela mídia sob proposta dos ideólogos do sistema político de então, o qual era tido como sendo indivíduo socialmente imoral.

A imagem desta entidade era usada para coagir e persuadir pessoas incorrectas moralmente e politicamente na sociedade. Assim, era tarefa de cada cidadão correcto manter a vigilância para denunciar qualquer atitude manifesta do Xiconhoca.

Neste ambiente, denúncias junto das autoridades dos Grupos Dinamizadores (autoridade local criada pela FRELIMO depois da independência, no caso rural em substituição do sistema do Regulado) eram frequentes, havendo até casos de menores que sorrateiramente iam junto das referidas autoridades para denunciar o pai que acabava de obter sapatos de marca Adidas, pois estas só podiam eventualmente ser adquiridas da África do Sul, terra do Apartheid, e só o Xiconhoca, agente do inimigo, podia ter contacto com indivíduos provenientes da terra do mal.

O esquema foi montado pelos controladores, desde milénios, de tal maneira que os indivíduos se tornaram conformistas patológicos, não havendo cura para se salvarem do controlo e enveredarem pela exploração do manancial dos seus espíritos infinitamente cheios de sabedoria.

A humanidade está numa prisão porque ela entrega aos outros sua mente, sua responsabilidade e poder de pensar por si mesma. Ela é consumida pelo temor, especialmente o medo do que a outra pessoa vai pensar de você, o medo de ser diferente e único. Ela procura impor seus dogmas sobre todos e nega o direito de cada um de nós ser diferente e de ter nosso ponto de vista próprio e único o que podeia ser riqueza para toda humanidade.

Quando as pessoas fazem isto, elas permitem uma minúscula elite decidir nosso destino, e de nossos filhos. Permitem essa elite programar tanto nosso sentido de limitação que nós acabamos vivendo em uma fracção do nosso potencial verdadeiro. Permitem que nossas mentes sejam manipuladas minuto-a-minuto no sentido de ver os eventos e as pessoas exactamente como a elite deseja. Permitem que um punhado de banqueiros controlem as finanças de biliões de pessoas, cobrando juros sobre dinheiro que não existe.<http://www.umanovaera.com/>.

Os controlados mentalmente ao entregarem suas mentes, eles entregam suas vidas.

Para melhor exemplificar, não é com filiação político-partidária ou religiosa que se é livre. Pelo contrário, perdemos nossa liberdade e tornamo-nos compradores e consumidores compulsivos de mercadorias ideológicas pois, nessas circunstâncias, nossas almas se revelam aparentemente carentes e vazias de sabedoria.

O poder de despertar a sabedoria em nós está dentro de nós. Se despertarmos em nós a sabedoria, ela encherá o vazio do nosso espírito e ele não será programado e muito menos controlado por outros. Só assim a humanidade poderá possuir sociedades de progresso e harmonia. Assim, os homens não necessitarão de instituições democráticas ou religiosa que têm como objectivo o poder sobre os indivíduos e a sociedade. As instituições escolares e académicas deixarão de ser centros de programação, manipulação e controlo mental. Isto é, deixarão de ser centros de doutrinação que tem como objectivo servir os interesses das agendas dos detentores do poder.

O que é interessante nisto, é o facto de os detentores do poder serem guiados por um princípio, segundo nossa óptica, quem tem capacidade para deter o poder, também tem o direito de dominar. Mas nunca se apercebem que quando assim pensam, mergulham no seu próprio vampirismo psíquico, projectando uma negatividade profunda nas mentes de biliões sob controlo mental.

Saia da matrix!

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