A esotérica nos mostra que nem a ciência, nem a religião foram capazer de dar uma explicação plausivel e clara de como é que os humanos surgiram na Terra e seu proposito neste Universo. Assim, as abordagens darwinianas ou judaico-cristãs não oferecem argumentos sólidos e plausíveis para o efeito. Também a esotérica não tráz verdades absolutas para a explicação de tudo. Porém, as antigas escolas de mistério, as mitologias e a própria espiritualidade apresentam explicações nubladas sobre essas matérias, mas com força que permite fazer uma leitura fora de caixa para compreendermos o sentido da nossa existência. Nesta senda, o entendimento sincrônico de sociedades herméticas bem como o seu papel no controlo de sociedades humanas e o destino das mesmas parece ajudar a fazer leituras mais aprofundadas.
Haverá alguma relação, e no caso vertente de Moçambique, entre indivíduos membros das organizações ocultistas com a guerra colonial, a guerra dos dezasseis anos, a guerrilha da Junta Militar da Renamo, a guerra em Cabo Delgado e os embróglios do presente?
Se trata de questões hipotéticas por pesquisar. Perante estes conflitos Julgamos estranho que Moçambique seja, até hoje, um dos palcos mundiais de guerras fratricidas que primam pela punsão do sangue humano e, mentes racionais e positivas não consigam evitar para sempre tal derramamento. Porque?
O sangue humano contém energia poderosíssima, detentora de uma vitalidade para os chupa-sangue, essas misteriosas entidades que parecem se confundir com os Arcontes, se é que não são os mesmos.
António de Oliveira Salazar, na sua versão peculiar de ditador conservador católico, se opós à acomodação da Maçonaria em Moçambique. A partir de 1935, tal como terá acontecido em Portugal, o movimento maçónico em Moçambique ou o que sobrou dela formalmente se desmembrou, e eventualmente, uma parte passou a agir na clandestinidade. Talvez aqui se explique por que razão, aquando da independência de Moçambique existissem somente “200” membros dessa sociedade hermética.
Salazar não a terá dado alguma trégua para continuar a actuar em Moçambiqu, o que supostamente impeliu aos seus membros residuais enveredarem por alguma estratégia de atuação convista a sua continuidade clandestina, mesmo que fosse constituída por moçambicanos de raça negra, mestiça, asiática ou de outra matiz, incluindo obviamente a branca, naquela e numa altura futura, neste caso, depois da abolição do colonialismo salazarista. Tudo indica que a estratégia resultou.
O assunto da Maçonaria em Moçambique independente monstra que, já lá haviam passado dois anos (1977), quando a nova República de tendência comunista contava com três Lojas e, assim como referimos atrás, 200 membros. Esta afirmação provém da publicação que em 10 de Setembro de 2011, foi divulgada por PauluxLx.
O carácter ocultista da Maçonaria em Moçambique, também pode ser pelo facto de não constar na Constituição da República de Moçambique, não havendo alguma referência sobre a legitimidade desta Organização e outras de mesma índole na Lei Mãe, mesmo na altura da chamada República Popular. É por isso que ninguém quase conhece os meandros desta entidade hermética.
Isto pode revelar que alguns membros das autoridades da recém República constituída em 1975 estivessem a par da referida sociedade ocultista, se bem que alguns supostamente tivessem sido recrutados aquando dos movimentos juvenis antissalazaristas da década de quarenta e cinquenta?
Terão sido os mesmos que enveredaram pela criação dos movimentos anticoloniais e “revolucionários” em Moçambique? Assim sendo, eventualmente tivessem tolerado e continuassem a tolerar a presença dessa organização hermética em Moçambique e provavelmente actuando como membros efectivos e activos da mesma. Seriam os mesmos que determinam os destinos dos povos de Moçambique?
Um artigo postado por Rui A., intitulado “Revolução Francesa”, faz notar que o assunto da Maçonaria e Revolução, muita da Maçonaria que hoje conhecemos; concretamente a que está sob a órbita do Grande Oriente de França, foi visceralmente influenciada pelos valores saídos da revolução, entre eles o anticlericalismo, a laicidade, o republicanismo e o igualitarismo fraternal. Por outras palavras, não foi a Maçonaria que influenciou a Revolução francesa, mas a Revolução é que influenciou a Maçonaria.
Pensamos, hipoteticamente, que para o caso da Maçonaria em Moçambique tenha sido ela, a Maçonaria, que influenciou os jovens anti-salazaristas da pré-revolução anticolonial, para que desembocasse na formação da Frente de Libertação de Moçambique (FRELIMO).
Parece justificar-se que os princípios que nortearam a FRELIMO desde a sua criação, tenham sido o anticlericalismo, a laicidade, o republicanismo e o igualitarismo, instrumentos predilectos num modelo socioeconomico de controlo colectivo de massa institucionalizado e manuseado por poucos como na China Popular.
Lideranças políticas e de organizações ocultistas são minoritárias e primam pelo poder em todas as suas vertentes sobre os comuns, a “manada”, não permitindo brecha alguma para alternância do poder.
Têm e tinham, os detentores do poder político do pós-independência, motivos fortes para permitir a atuação da Maçonaria em Moçambique, pelo facto dessa organização ocultista ter, no período colonial, apesar do salazarismo, permitido nos bastidores, conduzir o processo que deu acesso aos estudantes negros e de outras raças às escolas e colégios coloniais, principalmente em Lourenço Marques, onde na clandestinidade forjaram a mentalidade anticolonialista, o embrião que serviria de base para o desenvolvimento da Maçonaria em Moçambique na posteridade.
É provável que alguns dos estudantes não soubessem por que milagre tivessem tido a brecha que lhes catapultou para a formação nos colégios coloniais. Porém, é de supor que parte deles tivesse tido algum conhecimento não muito claro, mas depois, com muita clareza, quando enveredaram na década de sessenta nos meandros das violências armadas e revolucionárias contra o colonialismo de Salazar. Lhes movia o espírito da revolução francesa imerso nas doutrinas herméticas da Maçonaria que derrubou a monarquia tida como imoral, para de seguida, ironicamente, ser implantado o sangrento imperialismo de Napoleão Bonaparte.
Tanto a revolução francesa, assim como a revolução frelimiana, seguiram os preceitos ocultistas da Maçonaria ancorados no controlo subtil das massas, do poder e da dominação. Ela não procura oferecer a liberdade ao individuo como entidade espiritual impregnada no corpo humano, mas sim, anular a percepção dessa indivídualidade sobre sua consciência em relação a importância do espírito, centelha Divina, como tentativa arcôntica para dominar a raça humana.
O mundo dos arcontes está em decadência. Eles querem à longo prazo invadir o nosso planeta para continuarem a existir. Acreditamos que os mações tenham algum argumento para se manterem no ocultismo, pois se trater dum assunto mancomunado pelos arcontes, cuja hierarquia se perde nos confin do cosmos. Respeitamos suas crenças e seus espaços.
De qualquer das formas os desígnios mais profundos e inconfessáveis da Maçonaria no mundo e também em Moçambique transcendem os meros slogans do anti-clericalismo, da laicidade, do republicanismo e do igualitarismo fraternal, princípios amplamente propalados e propagandeados pela Frelimo, desde a sua formação até ao presente.
Segundo inumeras fontes, afirma-se que na Maçonaria se ensina que a serpente trouxe a luz e o conhecimento que Deus, (também conhecido por Demiurgo, Jave, Alá, Brama, kahova etc.) não queria conceder ao homem.
Muitos mações pensam, com a melhor das intenções, que estão trabalhando para a “Felicidade da Humanidade” ou pelo Progresso da mesma.
A história das Mitologias e das organizações herméticas deve remontar há cerca de 400 mil anos através dos Anunaks, se não mesmo muito antes, desde os tempos imemoriais dos Cumara, dos teriantrópicos Naga, dos lemurianos, dos atlantes, tendo desembocado na nossa raça adâmica, graças aos geneticistas Anunaks que actuaram em Abzu, (Africa Austral e Oriental) locais de concepção do homosapiens. Não teriam os Anunacs operado no Namuli ao engendrarem os alomwe ancestrais, os povos primitivos do monte Binga, e ainda os khoi khoi San e hotentote ?
Nesta organização «militam» indivíduos provenientes de todas as crenças religiosas, organizações políticas, económicas etc.
Tudo indica que na maçonaria não existe a apregoada fraternidade, nem amizade, porque tudo são redes. Todos ambicionam o poder político, social e econômico”. Nela, predomina o materialismo exacerbado ou seja, a cobiça e a busca incessante por bens materiais e financeiros, para perpetuar a matrix implantada pelos arcontes.
Isto ajuda a perceber o carácter cíclico das guerras em Moçambique, intrinsecamente ligadas aos esquemas internacionais e nacionais de interesses económicos e políticos, agindo-se de forma oculta, clandestina e sorrateira?
É matéria para uma pesquiza mais aprofundada em busca da verdade. Este é o campo para livres pensadores, sobretudo se olharmos para as mitologias como a lomwé referente aos chupa-sangue, fontes de conhecimento que a ciência histórica, em seus confins aparentemente tenebrosos, prefere ignorar.
Compreenderão os que já estão fora da matrix.





